quarta-feira, 9 de abril de 2008

OURYÇOM II

A LINGUAGEM UNIVÉRSICA ANCESTRAL IMEMORIAL DO OURIÇO cont.


Não tem como situar essa linguagem em um determinado tempo, como costumanos fazer no périodo racionalista conhecido como inicio do terceiro milênio, vejamos uma das abordagens
decodificativas do todo do OURIÇO da castanheira onde se revela o seu aspecto livresco preconcebido imemorial onde fica claro a existência interativa espiritual que transcende aos alcances do racionalismo:
"1 - O OURIÇO na sua parte externa esférica tem uma camada lisa, que estruturamos assim para representa o uníssom no seu aspecto esférico primordial harmonico perfeito.
2 - Abaixo desta camada está estruturada outra com pequenas trilhas cavadas. Está camada representa uníssom esférico se transmutando; começando a vibra. Essa é a parte mais densa do fruto; o ponto transitório para o acesso a outra fase.
3 - O interior ôco que vem depois desta camada, temos ai as mesmas vibrações ganhando a
forma de particulas universicas representadas pelas castanhas; que podem serem associadas a represetação dos planetas; dos átomos etc. Preenchendo o suposto vazio celeste que esta ai representado pelo espaço ocupado pelas castanhas.
4 - As amêndoas de castanhas são ai a luminosidade dos astros, as estrelas da nossa galáxia condensadas num formato inverso, ou seja, o rio de leite; a via láctea, manifesto ao contrário que o que nos alimenta, o que torna a vida possivel.
É no período de colheita deste fruto, que nasce o evento RITUALISTICO FESTIVO, o festeiro orientativo do nativo consciente sócio artístico-cultural tribal. Conhecido como o GLORIOSO OURIÇOM SAGRADO, todo fundamentado, no agrego de significados que o nativo contemplativo vai adicionando a esse fruto que estão presente na sua gênese imemorial naturalmente sábia pré-estruturada.
Nessas abordagens decodificativas intelectuais pedagógicas, usadas pelos nativos florestais urbanizados, encontramos uma, que mais tarde passou a ser usada para justificar e formalizar o nome de um estilo musical caracteristico, feito pelos compositores desse contexto florestano diferenciado. Que foi batizado como OURYÇOM:

“Ao desprender-se do galho, o fruto da castanheira produz som característico, que se dá, no instante em que o fruto toca o solo. Esse som diferenciado natural, passou a ser associado ao aviso de chegada de algo valoroso. Ouvi-lo, é ouvi o som das gotas esféricas vegetais trazendo os pingos de chuva de ouro branco em forma de amêndoas; um som raro; genuino, que vale tanto quanto o ouro, é ouro em som; é o som que dá a certeza que a vida continua recebendo os suprimentos necessários para continuar seguindo; palpitando; vibrando dentro das aldeias."
É daí que vem a variação fonêmica, que surgi a principio na sua forma oral, depois na sua representação grafo-alfabética. Ou seja, na fusão das palavras, OURO E SOM OU OURO EM SOM, que deu origem ao fonema OURENSON , que tem uma riquíssima variação de simbólismo e significados, E entre eles podemos destacar as seguintes variações:
OURENSON
OUROISSOM
OURISSOM
ORIÇO
ORYÇO
ORISSO
ORYSSO
OURIÇO
OURYÇO
OUROIÇO
OUROYÇO
OURIÇOM
OURISSOM
OURYSSOM
A palavra OURYSSOM escrita com "Y" e dois "SS" é a que define o nome aos sons musicais FESTIVOS TRIBAIS caracteristicos, produzidos pelos nativos da floresta, tanto urbanos como os rurais, é uma forma de identificar e valorizar a forma tipica do nativo fazer musica, algo que existe noutro lugar, algo cracteristico, genuinamente seu. Portanto a palavra ouryssom com dois "SS" passou a significar um som feito pelo nativo, um som com caracteristicas próprias, diferenciadas; unica, especifica de um lugar. Que só pode acontecer dentro da floresta e em nem outro lugar. E esse som nativo, conhecido como OURISSOM as pouco evoluiu e foi sendo enriquecido com a catalogação de outros som tipico das florestas, que a parti dai foram sendo decodificados em intensidade, tonalidades e ritmos harmônicos e adicionado a ele, passando a ser reproduzido pelos nativos atraves de por instrumentos músicais construidos com materia prima extraida da floresta.
"Pergunta:Onde podemos ouvir o som natural produzido pela frutificação das castanheiras?"
Resposta: Dentro da floresta, é claro."
Foi usando esse tipo de abordagem questionativa que os nativos fundamentaram as justificativas que levaram a batizar a música feita por eles, como OURYSSOM.
“...O SOM DO FRUTO CAINDO NO PERIODO DA COLHEITA, SOA COMO UM AVISO AO NATIVO, QUE MAIS UMA VEZ O PRECIOSO FRUTO DA CASTANHEIRA, ESTÁ CHEGANDO COM OS PINGOS DE ENERGIA DO RIO BRANCO ILUMINADO, PARA ALIMENTA-LOS. O SOAR DO FRUTO BATENDO NO SOLO, É O AVISO QUE OS SURPRIMENTOS NECESSÁRIOS PARA A SOBREVIVENCIA DOS NATIVOS ESTÃO CHEGANDO. É UM SOM PRECIOSO, QUE VALE OURO. É OURO EM SOM, OU OURENSO."
O termo OURENSON também tem variações como por exemplo:
ORENSO
ORENSOM
OURENÇOM
OURENSOM
É nesse aperíodico instante que os significados desses termos, ultrapassaram os limites florestais amazônico, e vão se incorpora a outras culturas, entre elas, destacamos a cultura grega, onde o termo OREN, passa a significar algo como OLHAR. E a parti desse termo eles fundamentam termos básicos que passam a ser utilizado pelo seu povo, como por exemplo o termo GREGOREN e posteriormente variações como GREGORION.
"O GREGOREN pode ser traduzido como, O OLHAR GREGO OU O GREGO OLHAR , QUE É UM OLHAR, QUE É MAIS QUE UM SIMPLES OLHAR , É ESTADO DE ESPIRITO ADMINISTRATIVO SOCIAL LATENTE, UM OLHAR GOVERNADOR COMUNITÁRIO, UM OLHAR DIRIGENTE COMPORTAMENTAL INDIVIDUAL E COLETIVO, DOUTRINÁRIO CULTURAL. UM CONSENSO INTELECTUAL PELO QUAL OS INDIVIDUOS ORIENTAM-SE. UM OLHAR INQUESTIONAVEL NA SUA ESSÊNCIA SIGNIFICATIVA, MAS LAPIDÁVEL; E SEU APERFEIÇOAMENTO SE DÁ TAMBÉM NA FORMA DE RITUAL ARTISTICO COLETIVO, ASSIM COMO ACONTECE NO SAGRADO OURYÇOM. SE DÁ ATRAVES DE ENCENAÇÕES PÚBLICAS TEATRAIS, QUE É USADAS COMO INSTRUMENTOS INSTRUTORES COMUNITÁRIOS, E QUE POR ISSO TORNOU-SE ALGO SAGRADO PARA OS GREGO. SÃO NESSE EVENTOS QUE ELES PASSAM A CONSTRUIREM E APRIMORAREM SEUS DIALOGOS, SEUS DISCURSO IDEALISTAS DE FORMA COLETIVA, ONDE CADA GRUPO FICA ENCARREGADO POR UMA PERSONIFICAÇÃO E ASSIM ACRESCENTAM; MELHORAM AS FORMAS EXPRESSÕES EXPOSITIVAS DE FIGURAS QUE ELES DÃO O NOME DE SOCRÁTES, PLATÃO, PITÁGORA E ETC. ONDE DEPOIS CADA EQUIPE REPRESENTANTE DESSES GRUPOS VOLTAM A SE REUNIREM NUM GRANDE CONCÍLIO, PARA APROVAREM OU REPROVAREM OS NOVOS ANEXOS ACRESCENTADO AS FALAS DOS PERSONIFICADOS. É DAI QUE VEM TERMOS “ORENTATIVO”, QUE QUER DIZER, O OLHAR QUE TATEA, OLHAR QUE PODE SER TOCADO DE ALGUMA FORMA. QUE É TIDO COMO UM FAROL QUE ORIENTA OS COMPORTAMENTOS DOS SEUS LEAIS EXEMPLIFICADORES; AS FORÇAS DE EXPRESSÕES SOCIAIS, NORMATIVAS, DE LEIS E ETC. ONDE O ENCENATIVO NÃO É UM ENTRETEDIMENTO ARTISCO-SOCIAL ISOLADO E NEM ESTÁ DESVINCULADO DO COTIDIANO E DOS QUESTINAMENTO MAIS PROFUNDO DO SER. SÃO EVENTOS SAGRADOS ORIENTADORES SÓCIO-INTELECTUAL PEDAGÓGICOS DIDÁTICOS. E Á AI QUE ELES COMEÇAM A DISTORCER O ESPIRITO QUE ESTÁ NA ORIGEM DO OURO EM... OU OREN TRIBAL FLORESTANO. POIS O PSICO-INTELECTO SER PASSA A SER O CENTRO; O DECIFRADOR; O SENHOR DE TODAS AS COISAS, E O EXTERNO ORIENTATIVO NATURAL, VAI FINCANDO NA PERIFÉRIA. OU SEJA, O INTUITIVO CONFRATERNO INDIVIDUAL TRIBAL MANIFESTO RITUALISTICO, DÁ LUGAR AS PREOCUPAÇÕES COM A APREENSÃO DO EXTERNO, USANDO PARA ISSO GANHAM VIDA OS MITOS GREGOS DE ONDE JORRAM AS REFLEXÕES QUE VÃO INTRODUZIDAS NESSE COMPREENDER COLETIVO-INDIVIDUAL, E MAIS TARDE CAUSANDO AS DISTORÇÕES DE SUAS UTILIDADES GERANDO O SER EGOCENTRICO-COMUNITÁRIO NARCISÍSTICO, DISTANCIANDO OS INDIVIDUOS DOS PONTOS DE CONTATOS CONFRATERNIZADORES QUE O CONSCIENTIZAR QUE É UM COMPONENTE DE UMA ÚNICA E SUPREMA ALDEIA. E É ESSA POSTURA QUE MAIS TARDE OS LEVOU A ENVEREDAREM NA CRIAÇÃO DE ESTADOS-NAÇÕES, OU SEJA, TRIBOS EM SI-MESMADAS, COM OUTRAS NOÇÕES PSICO-VALORÍCAS ORGANIZACIONAIS ADMINISTRATIVAS QUE GERARAM AS MAZELAS E OS EQUIVOCOS QUE ATRAVESSARAM AS ERAS, E FINALMENTE VOLTAREM A SE DISSOLVERAM NO RETORNO DOS IMBATIVEIS LENDÁRIOS IMEMORIAIS."
O TERMO, OURO EM... SOM - ESTÁ LIGADO A TODA SONORIDADE QUE É RECONHECIDA COMO BENÉFICA INDIVIDUAL E COMUNITÁRIA. COMO POR EXEMPLO, O SOM DO OURIÇO CAINDO, OU AS VERBALIZAÇÕES QUE ESTEJA EM SINTONIA COM A ELEVAÇÃO E HARMONIZAÇÃO DO SER INDIVIDUAL COMUNITÁRIO.
JÁ O OURO EM... SER - O INDIVIDUO AGINDO DE ACORDO COM OS IDEAIS SÓCIO-INTERATIVOS PSICO-COMPROMISSADOS; O SER EXEMPLAR.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

OURYÇOM I



O RITO NATIVO FESTEIRO TRIBAL FLORESTANO

A palavra OURIÇO, Que o nativo usa para identificar o fruto esférico da castanheira, tem no seu todo grafo simbolico alfabetico e formal bio-vegetal, um manancial de coerências informativas que extrapolam o nível do que se defini racionalmente como fantástico, fabuloso e extraordinário. Para aqueles que entram pela primeira vez em contato com essas decodificações orentativas; tem se a nitida impressão de que estamos entrando na dimensão de uma organização ancestral imemorial meio ambiental florestana, da qual todos nos participamos e deixamos ai registradas algo que faz parte da nossa sábia essencia. Podemos vislumbrar gotas de uma fonte de saberes; de um tesouro de conhecimento sagrado nativo, que vem através das eras, servindo como um farol para as nossas comunidades florastanas, encontramos pista de uma mente zelosa sapiente, que atraves de uma dedicada reflexões apurada, onde o racional e o imaginário se fundem, podemos desvelar significados simbólicos tribais de alcance compreensivo universal; um espirito aldeante harmônico que estão presente no todo que engloba a sua existência. E podemos começar por um dos acessos analogicos que nos leva a buscar uma das fontes que deu origem a palavra, OURIÇO. Que dentro do contexto ritualístico festeiro tribal lendacreano é conhecido como OURYÇOM.
Os nativos ancestrais florestanos usam essa associação alfabéticas ( OURIÇO ), para identifica o fruto esférico com sementes de amêndoas brancas, conhecidas como castanhas, que são produzidos pelas Árvores castanheiras. É nessa construção que deixam registrados um caminho de significados singulares que sobreviveria ao tempo espaço celeste, mantendo funções didaticas tribais e resguardo da memória intelectual dos saberes e conhecimento a que tinham acesso. E em meio as constelações de significados que podemos extrair dai. Vamos iniciar fazendo uma reflexão de ligação do fruto com o significado que tem termo; Rio de Leite, ou via Láctea como define os cientificistas astrômicos do período racionalista, e que já era um termo bem conhecido dos nossos ancestrais Atlantas florestanos do leito do Rio Branco, como sempre foi batizado o aglomerado de estrelas que forma a nossa galáxia estelar. As amêndoas de castanhas, dentro deste contexto associativo imaginante dialético tribal imemorial, são tidas como as gotas de energias condensadas, desse grande Rio Branco iluminado celeste, O fruto da castanheira dentro desse contexto, é visto como a concretização de uma das quatro manifestação da extensão CONHECIDA COMO UNIVERSO que no caso seria o que os lendologo define como UNINVERSO, ou seja, a possivel composição dialética que deu origem a esse universo ou vice versa. É esse universo fragmentado visto na sua forma inversa, ou seja, o que aqui é fragmentado, no uninverso é um uno, por exemplo; todas as árvores aqui, lá é apenas uma arvore, todas as mulheres que existem aqui, lá existe apenas uma; todos os homens daqui, lá se resumi a um só homem, e assim por diante.
As nossas imponentes castanheiras dentro deste contexto são vistas como gráficas sagradas da transcendente organização de particulas imaginantes que somos nos, e que estão ai apenas aguardando o momento para voltarem a ser decifradas como tal, que é quando retornamos a nossa verdadeira linguagem imemorial interativa social. Existem muito argumentários de sustentação desse e de outros ponto de vista que caminham no mesmo sentido. Como por exemplo os que se encontram registrados em alguns fragmentos lendários restaurados, como este que passo a reproduzir :
“...As gotas são produzidas pelos giros aspirais, do remanso grande Rio Branco celeste UNIVERSICO planetário luminescente (Nos tempos atuais Ja existe instrumento astrolábicos atraves dos quais podemos constatar o formato que tem a nossa galáxia e verificamos que geometricamente estão perfeitamente de acordo com essa concepção), QUE COM SUAS CORRENTEZAS E banzeiros ASTROS HARMONICO, vão dando vida a essas partículas energéticas sabias naturais planetárias, gotas mensageiras divinas, que seguem AGOAM AS ERAS COM SEU CONHECIMENTO E SABEDORIA, TENDO COMO SIMBOLO CROMATICO HARMONICO A COR BRANCA DA PAZ. O fruto é a chave que nos dá acesso a ligação simbolica da aliança cooperativa entre o que chamamos de céu e terra."
As amêndoas de castanhas, dentro desta aperiódica narrativa dialética do imaginante nativo meio ambiental diferenciado. Surgi como um elemento fundamental cultural acentuado, tanto na sua extensão intelecto orentativo, quanto no sócio interativo comportamental , normativo e administrativo. Partindo do principio que neste instante aperiódico, As amêndoas e seus derivados, são componentes básicos na alimentação diária dos nativos florestanos, que não só o cultivam visando a sobrevivencia mas também o valorizam como uma jóia nobre vegetal que está associada a própria razão de existirem e resistirem como grupos étnicos, interativos anti-conflitantes, que vão se fortalecendo nos ritos irmanantes festivos que gira entorno do fruto. "Vem da consciência do valor essencial que tem esse fruto para existência do nativo, a associação que fazem do seu valor com valor que dão ao metal ouro. A manifestação do fruto é comparada ao inicio de uma era de ouro. É bom acrescentar que o metal ouro nesse instante aperiódico, também é tido como a luz do sol condensada; metalizada, e que por isso é considerado como um metal sagrado. O fruto da castanheira, também é tido como ouro branco lunestrelar, mas especificamente suas AMÊNDOAS que tem um formato semelhante a uma meia Lua. E que também leva a associar a sua cor, a energia astro galáctica luminosa extraida e condensada do remanso do grande RIO BRANCO ILUMINADO. A Via Láctea no seu formato helicico cônico manifesto ao inverso.

terça-feira, 11 de março de 2008

LENDA POP FESTA

(लेंदा पॉप फेस्ता)
- Carros alegoricos caracterizado em forma flores, frutas e outros motivos regionais, conduzem os lendários personagens da festa do leito do Rio Branco pelas ruas da cidade (As princesas e os seres mito lendários) e seguem até a beira do Rio para recepcionar os nobres principes do grande reino do Boto ब्रंको.
- O Boto Branco chega trazido pela cobra grande que é conduzida pela Mãe das águas, ladeada pelo Maracazeiro "lendário nativo festeiro" o grande anfitrião da festa, seguidos por uma canoata de convidados especiais (Ribeirinhos, Pescadores, Indigenas, Seringueiros e etc।)Todos vestindo trajes tipicos regional e de época(Predomina a cor branca)

Obs. As endumentárias e alegórias são feitas de látex e são conduzidas por barcos motorizados e a remo.

A festa tem inicio com Evangelicos, Espiritas, Católicos, ayuasqueiros e a comunidade em geral na beira do rio para a recepcionarem os cardumes dos lendários encantados que chegam.


No desembarque O Maracazeiro anfitrião conduz uma corrente de vibrações de positivas para energização das águas do Rio Acre. O objetivo deste ato é a confraternização dos diversos segmentos religiosos e o povo em geral, entorno da simbólica potencialização e energização das águas do Rio visando purifica-la para que no seu circulo mutante terrestre, ela purifique todos os quais entrar em contato.
A parte musical tem inicio com músicas de saudação e exaltação ao elemento água, (selecionadas pelos organizadores) e são apresentadas no desfile das Embarcassom (barco equipado com aparelhagem de som e palco flutuante, tipo trio eletrico que animara os brincantes na beira do Rio).
Os cardumes chegam e saem das águas para entrarem no leito do Rio Branco seguirem a sua correnteza e girarem no grande remanso festivo.
A correnteza e o grande remanso são as ruas do nosso municipio estratégicamente selecionadas para facilitar o percurso dos cardumes.
As taraflores demarcam o percurso.( São por grande terafas em formato de flores colocadas acima das ruas, onde todos cardumes tem obrigação de pará e expor suas atrações).

Esse primeiro dia é marcado pela apresentação e confraternização de todos os nobres participantes, e se encerra com a festa da chegada do grande Boto Branco que dá as boas vindas aos participantes e declara aberta os dias festas e apresentações dos cardumes.
Na segunda noite tem os desfiles dos Botos e seus cardumes com as atrações trazidas dos seus reinados.
Ordem de desfile da primeira noite Cardumes.
1) o BOTO estrela (verde)
2) o BOTO sol (dourado)

Terceira noite de festa

3) o BOTO Lua (prateado)
4) o BOTO Terra ( azul)

Obs. - As cores de identificação dos cardumes, são apresentadas em roupas de pano branco onde são colocados retalhos de panos coloridos e couro plástico, que sugerem que a roupa branca foi rasgada, deixando exposta a cor de identificação do cardume.
Os adereços e bijuteria são compostos de penas , sementes, cipós, cordas de fibras vegetais trabalhadas artesanalmente e confecções em couro plástico.
A principio, como forma experimental para o formato musical, serão convidadas as fanfarras dos colegios municipais para executarem composições musicais dos nossos artistas nativos, que serão interpretadas pelos Botos maracazeiros de cada cardume, durante as apresentações no grande remansos. Carros alegórico em formato de barcos e elementos ligados as águas conduziram os interpretes. As músicas tem que estarem em harmonia com os objetivos da festa. ou seja, o elemento águas e motivos meio ambientais florestanos.
Durante os dias de festa serão consumidas comidas tipicas e derivadas de produtos nativos naturais, licores, refrigerantes, sucos, sorvetes com sabores regionais.

- Cada Boto tem como objetivo principal, conquistar novos suditos e principalmente as princesas do leito Rio Branco. Dependendo essa conquista apenas da criatividade dos responsaveis e organizadores de cada cardume. (Das atrações artisticas culturais que apresentarem).
- A apresentação de cada cardume se encerra com seu principe fazendo uma demonstração de seus poderes de encantamento debaixo das taraflores. (Encenações poéticas teatrais ).

Obs. O aspecto competitivo da festa, tem o objetivo de incentivar a capricharem em suas apresentações. São selecionadas as melhores apresentações.

O resultado de avaliação dos desfile é anunciada no quarto dia, quando o grande BOTO BRANCO volta para fazer é a festa de confraternização dos Cardumes.
A Mãe das Águas é o grande destaque dessa festa que expoem que o objetivo maior desta confraternização é fazer banzeiros no Rio Branco para que ele transborde e inunde o mundo com sua harmonia, com alegria, paz e amor. Onde é anunciada a chegada da era dos Botos; dos atlantas das águas doces; O milenio das águas; da era de aquário ou da era das águas doces florestais.

*O aperiodico festeiro nativo florestal de beira de rio narrado acima, é tido por uma parcela significativa de lendologos lendacreanistas, como uma estruturação Botoista, visando fundamentar a argumentação de que vem desta extensão, todas as outras extensões lendologicas. E nesse caso eles dão a entender que o mapinguarismo tem origem dentro das manifestações dos Botoistas, quando apresentam a postura de confronto inserida em cada cardume onde um nobre Boto expoe seu ponto de vista festivo, ou seja, ai está o egocentralismo que caracteristiza as personificações dos personificadores mapinguariano, e isso esta bem claro nas entre linhas das argumentações acima, ou seja uma concepção onde abre espaço para as mais diversas estruturações argumentárias de sustentações formaliazadoras, como a de sugeri que o mapinguarismo tem como fonte primordial os encantados festeiros. Pois está claro que está é uma festa do grande Boto Branco. Os argumentáristas que seguem por esse caminho, normalmente argumentam que as festas dos encantados, sempre foi uma manifestação do grande espirito nativo confraternizador florestano, e que essas distorções são frutos da infiltrações dos personificadores mapinguaristas. Mas a grande maioria dos mapiguaristas descartam essa interferencia nesse contexto festivo da grande festa de aquário da era das águas doces, e afirmam que surgimento do mapinguary encantado egocentrado surgindo ai, é algo que está bem em sintonia com as formas de ações dos camalionistas, e acrescentam que eles chegam até a apontar que esse instante se deu no momento da grande festa de confraternização entre os principes e as princesa que foi num desses dias que dois jovem Botos encantados se apaixonaram pela mesma princesa o que veio resultar numa inevitavel disputa entre eles para ver quem conquistaria a tal princesa, dando origem ao aspecto competitivo da festa. Afirmando que é nesse instante simbolico em que o ser mapinguari ganha vida é que a parti dai foi sofrendo as variações até chegar a autonomia de ser lendário autêntico dando vida a todas as estruturações posturais personificadas e onírica que hoje é de domínio popular.
Já existe outros lendologo que afirmam que espirito competitivo sempre existiu dentro dos festeiros dos encantados, e que portanto isso não tem nada a ver com a origem do mapinguarismo no ceio dos encantados, e que estas abordagens argumentárias existem para demostrar que o mapiguarismo tem um lado confraterno aglutinador, e que se encaixa perfeitamente ao espirito elevado que tem a extensão e as personificação dos autênticos encantados. Que é a extensão dos personificadores teem como objetivo supremo o encantar ; o harmonizar ; o confraternizar inter-tribal nativo. Essas abordagens posturais academicistas exercem um certo encantamento entre alguns lendologos, que vêem ai o nativo imaginante superando o culturamento imposto por aventureiros exploradores que passaram por aqui.
Por exemplo, O roteiro do festivo do Boto Azul (terra) é tido como uma clara intervensão dos compositores lendarista da extensão mapinguariana buscando dar um sentido, e unir o encantamento harmonico primordial do Botoismo com o radicalismo ideologico politico tribal florestano que tem instantes bastantes acentuados dentro do contexto lendológico, mas precisamente num periodo em que havia a necessidade de se buscar uma autonomia para o imaginantismo nativo florestal anti-conflitante interativo social festivo.
Os que sustentam tais argumentos, creditam a este periodo frases de efeito como: "uma tribo forte, superior, independente. Tem nativos fortes, superiores, independentes." O roteiro no qual os Botoista se apoiam para sustentar tais argumentos tem o seguinte roteiro:

"Era festa de carnaval, o rei momo chegou na cidade e exigiu a presença do jovem mapinguari no desfile dos seres lendários da floresta. O jovem mapinguari recusou-se a participar. O rei mandou prende-lo e traze-lo para expo-lo na grande festa numa gaiola no centro da cidade durantes os quatro dias de festas. Mas como é de conhecimento público, o ser mapinguari não é um ser que pode ser aprisionado com muita facilidade. ( pois um de suas caracteristicas é o radicalismo; o de encontrar sempre uma forma para escapar do que quer que seja). E quando se liberta ele inevitavelmente muda a história do lugar onde foi apresionado. E foi isso que aconteceu no desfecho do roteiro carnavalesco aqui referido. O mapinguari se liberta e devora o rei momo e assume o seu lugar na grande festa popular, passando então a ser venerado como o novo rei das festas na floresta. "

Alguns lendologo localizam esse acontecimento no ano de 2004 em Rio Branco, por ocasião da festa em homenagem ao ser Boto, quando alguns lendologos foram convocados para participar da organização da festa. Para estes organizadores lendológico não existia outra saida a não ser acontecer o que narra o roteiro acima. E sustentam tal argumento apoiando-se na seguinte reflexão; Era a festa do Boto, portanto tinha que está presente a essencia lendaria deste querido ser mito-lendario florestano das águas doces, ou seja, a festa seria uma festa de transformação radical , pois esse é o espirito do Boto, o da transformação e encantamento nativo. E por mais que tentassem camuflar esse ato lendologico justificador, barrando as iniciativas argumentárias dos lendologos que participaram desta composição, não conseguiram desvincular esse roteiro dos festeiro de beira de rio da região amazônica, que aparti dai passou a ser uma peça importante para as reflexões do movimento lendologistico Acreano, e que estava dentro do espirito da iluminada era do pensamento lendária era das águas doces que chegava com o periodo calendárico do terceiro milênio que é quando vem a tona descoberta do leito do Rio Branco "o continente perdido das águas doces". ( Entre os lendologos personificados estavam João Veras, Adalberto Queiroz e o Palhaço "Rogério Curtura" Rufino).

quarta-feira, 5 de março de 2008

DA GRANDE FLOR AO PORTAL DAS ÁGUAS

A GRANDE FLOR

Na próxima parada do caminho encontramos uma cabana que tem o formato de uma grande flor, e é rodeada por belos jardins circulares que lembram fontes jorrando. Somos convidados a entrar e seguimos até uma espécie de altar, onde estão expostos pequeno frasco feitos de latex defumado, contendo uma grande variedade de perfumes e essencias extraidas da floresta. somos orientados a escolher as frangâncias que mais nos agrada, cada um retira um frasco e sai, e segue até o pequeno coreto que tem em frente a cabana. Encerrado o ritual, os auxiliares entoam uma canção em homenagem ao rei dos beija-flores. fazem um pequena pausa para nos ensinar o ritual dos caçadores de beija-flores, da aldeia dos contadores de histórias floresta. É um ritual simbólico, onde os auxiliares usam pequenas peças artesanais feita com sementes e penas coloridas, onde seguindo uma certa ordem de movimentos associados a sentimentos faz com que as peças ganhem inesperados formatos de pássaros beija-flores. Logo seguida somos convidados a falar sobre as coisas boas que aprendemos no caminho. Ao termino de cada fala o Guia do caminho nos entrega a manifestante um pequeno pote feito de latex com mel de abelha pedurado em um colar feito de fibras vegetais. Vem então o ritual de convocação do espirito dos pássaros. e ele Chega para narrar "A Lenda do Reino dos Beija-flores." Terminada a fabulendária narrativa, o guia pede para acompanha-lo até a beira de um igarapé. Chegando lá o guia entra nas águas e pede para que fassamos uma corrente de vibrações positivas para energizar as águas correntes. Em seguida somos orientado a entra nas águas, mergulhar emergir e caminhar até a outra margem. Enquanto caminhamos o guia pede pera que visualizemos os nossos defeitos de carater e todo aqueles sentimentos que podem gerar alguma especie de conflito desagradavel seja visto sendo levado pelas águas, e as águas os reciclando em energia benefica para humanidade.Quando chegamos a outra margem, o Guia nos informa que passamos pelo portal das águas doces e nos dá as boa vinda ao leito do Rio Branco, e pede para que usemos as fragâncias contidas nos frascos que retiramos do altar, para perfumar uns aos outros, pois agora somos gente e peixe; somos Botos no leito Rio Branco, e que aparti dali podemos usar os nossos poderes de encantamento, para transformar os nativos em mensageiros de um novo tempo; de um novo reino de paz na terra, e com simplicidade monstra como isso pode ser feito, dizendo: - Se imagine um beija-flor, e todo pessoa que voce se aproximar, veja como uma flor, e que voce só foi buscar o que ela tem de melhor; de mais doce; o necta da sua alma. E toda pessoa que se aproximar de voce, veja como um beija-flor, que só veio buscar o que você tem de mais doce. E todos agindo assim, faremos da terra um imenso jardim de flores humanas, um jardim que não é deste mundo; um jardim que nos fara ver o céu na terra, porque se voce acreditar que as pessoas são beija-flores, quando elas estiverem se locomovendo, elas não estarão andando, elas estarão voando. Pois como explica narrativa da lenda do reino dos beija-flores, os beija flores não andam, beija-flores só voam. E que será assim, usando a imaginação, nos assemelhando a uma criança que veremos os anjos entre nos; que veremos o céu na terra.Os caminhantes perfumados trocam mensagens de paz entre si, e fazem o juramento de por em prática tudo de bom que aprenderam no caminho, e de um dia quando voltarem a caminhar nele trazerem consigo os melhores polén que colherem no mundo para fertiliza-lo. Seguimos até o grande terreiro onde festejamos a nossa mutação do estágio humano, para o estágio peixe-gente, a festa do ser Boto mensageiro do milênio das águas, ou era de aquário como queiram. perfumados sim! porque Boto só vai a festa perfumado. O poder da flor que surgiu nos anos 60, ainda está atraindo os beija-flores da nova era terrestre, sempre será tempo de paz e amor. É perfume desta flor que embriagou uma juventude e a fez ter belos sonhos que ainda estão ai para serem acessados, o sonhou acabou, agora é a hora de traze-los para realidade.Existem muitos simbólos no percurso deste caminho, a maioria são decodificados pelo guia e seus auxiliares, outros ficam para que o caminhante faça a sua propria leitura e decodificação. Uma das leituras festiva inspirada neste caminho chama-se LENDA POP FESTA, que veremos na proxima post.
A GRANDE FLOR DO CAMINHO foi inpirada no crepúsculo narrado no lendário SERINGAL ASTRAL que lancei em 1999:
" vem chegando o crepúsculo no Seringal Astral. Nesse momento em todas as moradas faz o silencio, para entra em sintonia com essa mente cósmica criadora de todos os universos. E essa maravilhosa flor azul de fabulosas estrias douradas que começa a surgi lá no alto, é o resultado da vibrações dos nossos habitantes. E como voces podem ver, ele tem o irresistivel poder de deixar feliz quem lhe ver. Portanto pedimos a todos para que nesse instante formamos o corrente de vibrações positivas pela paz no planeta terra, admirando essas lindas cores e imaginando na terra uma chuva dessas flores."

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

A LENDA DAS MALOCAS

Depois da revelação do imemorial livro sagrado nativo florestal, conhecido como Maracá, no caminho até a proxima parada, o guia vai fazendo narrativa de algumas lendas, entre elas, a lenda das malocas e dos cocas indigenas. Que se resume mais ou menos no seguinte:
AS HISTÓRIAS MÁGICAS DO REI DE MARACÁ

Há muito tempo atras, todos os indios da terra viviam como uma grande familia feliz no meio da floresta,de onde extraiam tudo o que precisavam para sobreviver. O cotidiano era marcado pela convivencia harmonica com o meio em que viviam. Mas nos dias de chuva e ventos fortes vinham os transtornos, pois nesses dias normalmente era um corre-corre geral dentro da floresta, todos buscando um lugar para se proteger da chuva. Era uma situação desconfortavel e por mais que os nativos batessem cabeça, não encontravam uma maneira de amenizar a situação. Mas na aldeia existia um curumim chamado Araiu, Araiu era um curumim muito brincalhão, adorava imitar os passarinhos, imitava o canto de todos com perfeição, e os pássaros por sua vez também demonstravam gostar muito do indiozinho, e não era pra menos, pois toda vez que passava um dia de chuva, Araiu sai pela floresta examinando as árvores para vê se os ninhos de seus amiguinhos não tinha sido afetados. E foi depois de um desses dia chuvoso que Araiu andando por entre as arvores da floresta se deparou com um ninhozinho virado de cabeça pra baixo caido no chão,e como de costume abaixou-se e com muito cuidado desvirou o ninhozinho. Felizmente o ninhozinho estava vazio, e para sua surpresa embaixo do local onde estava o ninhozinho, o solo estava seco. curioso como ele era, passou um bom tempo observando aquilo, e então pensou ; "e se ele fosse do tamanho de um passarinho, com certeza nos dias de chuva ele podia ficar debaixo do ninhozinho, se protegendo dos pingos da chuva e do vento frio que passava correndo atras da chuva. Achou a idéia muito engraçada e começou a ri sozinho, pegou o ninhozinho com carinho e o trapou na arvore, e voltou pra casa cantando de felicidade, pois achava que tinha encontrado a idéia que podia mudar a história de sua tribo nos dias de chuva. Chegando na grande tribo foi dizer ao grande chefe que tinha achado uma maneira de resolver a situação dos de chuva.
para isso bastava que eles encontrasse o ninho do grande pássaro que balançava as asas para tanger as nuvens de chuva pra cima da aldeia, reunisse todos da tribo para derruba-lo da árvore e vira o grande ninho de cabeça pra baixo e pronto, quando a chuva chegasse todo se esconderiam debaixo do grande ninho e ficariam protegidos dos pingo da chuva. O grande chefe olhou para o Araiu e ficou em silencio por alguns instantes, em seguida deu uma gostosa gargalhada, e mandou ele ir brincar de fabricar de caçar com os outro curumins e tirasse aquela idéia maluca da cabeça, pois essa história de passaros gigantes era coisa soprada pelo espirito do velho indio da floresta que costumava soprar essas histórias para as crianças que costumavam bricar sozinhas no meio da mata. Mas Araiu não se deu por vencido e saiu falando da sua idéia para outros nativos, e como resposta ouvia sempre uma boa gargalhada. Até que encontrou o seu amiguinho Otob, Otob foi o único que não riu da sua idéia, e se prontificou em ajuda-lo a procurar o grande ninho. Como era de costume na tribo, antes dos nativos sairem para uma caçada, colheita ou aventura iam até a beira do espelho rio ouvir os conselhos que espirito do velho indio da floresta que soprava a luz que ilumina os caminhos. Chegando lá Araiu e seu amiguinho
pediram para que ele mostrasse a direção em que ficava morada do grande pássaro que tangia as nuvens. E ficaram esperando pela voz do espirito, enquanto isso Araiu observava as borboletas que voavam alegremete na beira do barranco do rio. E ficou ali analizando; a vida das borboletas era muito boa, além de buscarem comida no solo da beira do rio de água limpinha, tinham outras que se alimentavam nas coisas mais bonita que brotavam das arvores.
E Araiu começou a sonhar que sabia voar e que visitava todas as arvores floridas da
floresta, voava pelos galhos colhia frutas madurinhas para saborear. e sonhando assim então pensou que poderia Escolher uma árvore bem grande com galhos bem fortes e lá Construiria um ninho bem bonito para mora. A noitinha Araiu ao voltarem para sua tribo, seu amiguinho Otôb perguntou o que espirito do velho do rio tinha lhe falado, Araiu disse que não tinha ouvido nada, mas contou que tivera um sonho maravilhoso e contou para o seu amiguinho. Otôb ficou feliz ao ouvir a história, e disse que também ja tinha sonhado que era um pássaro, e contou tudo para Araiu. Ao terminar a conversa Otob e Araiu foram dormi e naquela noite Araiu sonharam que voavam como passaros, e construiam um grande ninho no galho de uma bela árvore, e depois o jogava para o chão e o grande ninho caia virado de cabeça pra baixo. De
manhã quando acordaram correram ao encontro um do outro. Agora eles sabiam o que iam fazer. Procuraram então uma grande arvore e passaram a contruir o grande ninho como tinha sonhado.
Ao começar a construção do ninho logo perceberam que apesar de ser uma boa idéia, não era tão simples po-la em prática, organizar os cipós,folhas e galhos de maneira que ficassem bem firmes uns aos outros, e então foram ver de perto como os passaros faziam para trançar o material da contrução. E Depois de alguns dias observando os passaros trabalharem, eles retomaram a construção do grande ninho, os outros indios notavam a estranha movimentação dos dois curumins, ficavam passando onde os indiozinhos estavam trabalhando tentando entender o que Araiu e seu amiguinho estavam fazendo. Passado alguns dias o grande ninho ficou pronto, de um tamanho que cabia os dois dentro. Os nativos viam aquilo e diziam que os dois curumim de sido possuido pelo espirito do velho indio do rio, e que logo logo a mãe das águas iam leva-los para o fundo do rio. Mas quando o grande pássaro tangesse as nuvens de pingo d'gua para cima da tribo, que eles iam entender o que Araiu e seu amiguinho tinham feito.Chegou então um dia em que o vento das asas do grande passaro empurrou as nuvens de chuva pra cima da tribo. Alguns indios curiosos foram até a arvore para ver o que Araiu e seu amiguinho iam fazer. Os pingos começaram a cair, os dois subiram na arvore e jogaram o grande ninho, caiu no chão virado de cabeça pra baixo, com impacto ficou meio torto, Araiu e Otob logo se apressaram em conserta-lo. Os pingos de chuva foram se intensificando, e os dois começaram a gira entorno do grande ninho procurando uma forma de entrar, pois durante a construção esqueceram de fazer uma entrada, e todos os nativo que assistiam a cena, começaram a ri, e partiram para dentro da floresta buscando um lugar para se protegerem dos pingos da chuva, deixando para tras Otob e Araiu girando entorno do grande ninho.Passada a chuva, os nativos voltaram para grande clareira no meio da floresta. Todos que iam chegando deixava uma pedrinha com o grande chefe, pois dessa forma que ele sabiam se
todos tinham voltado. E ao contar as pedrinhas o chefe verificou que estavam faltando duas.
Era as pedrinhas de Otob e Araiu. Todos sairam a procura dos dois curumins, rodaram por todos os canto onde eles costumavam se esconder e nada, e ja´ pensavam em desistir quando alguém teve a idéia de ir procura-los na árvore onde eles construiram o grande ninho. Chegando lá vasculharam ao redor e nemsinal dos dois curumins. Todos já estavam achando que a mãe das águas tinha levado os dois para o fundo do rio, quando alguém resolveu ir verificar debaixo do grande ninho, e examinando o ninho viu um pequeno espaço aberto, abaixou-se e olhou la dentro, e para sua surpresa lá estavam o dois curumins dormindo tranquilos como se nada tivesse acontecido, o nativo chamou o grande chefe e foi um alvoroço geral, todo queriam ver os curumins enxutinho deitado debaixo do ninho. Com o barulho da movimentação dos nativos, os dois curumins acordaram assustado, e a confusão foi tão grande que os nativos findaram por quebrar todo o ninho.Araiu e Otob choraram muito. O grande chefe então fez uma grande reunião, e disse que os espirito da floresta tinha falado com os dois curumins e mostrou atraves deles uma maneira da grande tribo se proteger dos pingos d'gua, e com certeza essa idéia os ajudaria também a
se protegerem do calor da grande bola de fogo que clareava o dia. E encerrou pedindo a todos para que juntos construissem um ninho bem grande que pudesse abrigar a tribo. E assim foi feito. Mas acreditem, eles passaram muitos anos procurando uma
grande árvore para costruir o grande ninho para a tribo, e foi novamente Araiu e Otob que tiveram a idéia de construir o grande ninho no chão da clareira no meio da floresta, e assim o grande ninho foi feito, e aparti dai os dois curumins passaram a ser chamados de pequenos grandes chefes e lidera a grande tribo debaixo do grande ninho. Mas O tempo passou, a tribo aumentou e começaram então briga por um espaço debaixo do grande ninho, E Araiu foi novamente observar os passarinhos e foi assim que encontrou a solução para os conflitos, ao perceber que cada casal de passarinho tinha o próprio ninho para morar. Então antes de voltar para aldeia com a nova idéia, recolher algumas penas coloridas que encontrou na floresta, e as amarrou com cordões de cipós em forma de circulo e prendeu a na cabeça para que podesse se sentir como um passaro, e chegando na tribo falou para todos que o espirito da floresta disse que tinha chegado o momento de todos viverem como os pássaros, ou seja, cada um tendo o seu proprio grande ninho, mas convivendo com uma familia. Aparti dai acabaram se as briga por espaço dentro do ninho. E quando os filhotes atingiam a maturidade, a tribo fazia uma grande festa e entregavam a ele um circulo de pena, e ele partia para ir construir o seu proprio ninho, depois vinha buscar uma nativa e voltava para seguir o seu proprio destino. Por isso, até hoje é possivel encontrar os grandes ninhos de cabeça pra baixo dentro da floresta. Cada um construido de uma maneira diferente.

"A natureza ajuda que sabe cuidar dela."

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O MARACÁ

O MARACÁ (NA ERA DAS ÁGUAS DOCES)
O MARACÁ - Uma das traduções conhecida para o nome MARACÁ, é de origem indigena e vem do estado de Recife, que quer dizer "a pedra que fala". O conhecido instrumento musical ritualístico indigena que é utilizado pelos pagés, xamãs, ayuasqueiros ou daimistas como queiram, sendo que nesses últimos, o instrumnento MARACÁ é construido com um cabo de madeira tendo a sua parte superior composta por um lata metálica destas produzidas pelas industria de leite e outros laticínios. Dentro do contexto do milênio das águas do lendários Rio Branco dos Botos Encantados, esse instrumento e´ uma das peças fundamentais de estruturação argumentária lendologica. Nesse contexto a peça utilizada pelo Rei de MARACÁ " personagem DOS LENDÁRIOS NATIVOS FESTEIROS FLORESTANOS" . Entre outras variações é tambem conhecido como um livro sagrado nativo herdado ancestral imemorial florestano, com função iniciatica, de entendimento do que vem a ser o ser, de centraliza-lo, localiza-lo dentro do contexto celeste, de auto supremaliza-lo, de se auto-compreender como imagem e semelhança do criador de todas as coisas perceptiveis, chegamos a esta ultima da seguinte maneira.
1)A parte superior do MARACÁ é feito do fruto de cabaça, que tem um formato esférico circular.
a) O CIRCULAR é o simbolo do sem principio, nem meio, nem fim. ou seja, o símbolo do eterno; da eternidade compreensivel de forma grafo geometrica.
b) NO INTERIOR desta esfera de sua parte SUPERIOR, através de um pequeno orificio são
depositada as mais diferentes sementes, que ficam presas ai dentro vedada por um pedaço de
madeira que utilizado como cabo, onde o nativo segura para balançar o instrumento e assim
produzir o seu som caracteristico.
* essas sementes são depositadas aleatóriamente ou de forma ritualística.c)AS SEMENTES diferenciadas paradas em seu interior, representam o que cientificismo derine
como CAOS.
AO MOVER O MARACÁ, AS SEMENTES EM ATRITO com a casca dura do fruto da cabaça produz a
materia vibrante conhecida como SOM. ou seja , do CAOS na inércia, no movimento produz do
MARACÁ produz uma nova energia harmonica musical contactavel. Esse evento é o que o
relaciona com o todo perceptivel bio-visualmente, pois tudo que vivenciamos;tudo que nos é
perceptivel é o resultado de micro paticulas vibrantes em choques gerando infindas formas
palpaveis; condensadas vibrantes. tudo o que cotactamos é com nossas bio-forma corporea e
psico-vibrante é o som de um gigantesco e colossal MARACÁ. É a vibração do "OM" que é tido
pela cultura hindu como o som primordial, ou o BING-BANG do cientificismo ocidental.
Portanto voce com um maracá na mão ao faze-lo vibrar, passa a ser uma representação
simbolica dos elementos que deram vida a tudo que existe de alguma forma, ou seja, DEUS de
alguma forma compreensivel.
Outras formas de leituras
* Uma delas envolve ao mesmo tempo uma moral; uma
instrução, ou seja, podemos nos ver como seres bio-tipicos diferentes, assim como vemos as
diferentes sementes no interior do maracá. Mas podemos soar harmoniosamente; num mesmo
sentido.
* A terra é a cabaça, e as árvores são os sons das sementes contidas no seu interior.
* O principio da incerteza fisica Quântica sobre a questão da onda e da particula; da
duvida se tudo é onda ou é particula, que vem da seguinte reflexão; quando captamos a onda perdemos a aparticula, e quando captamos a particula perdemos a ondas, ou seja, voce pode olhar para um remanso e vê um banzeiro de água vindo, ou olhar para o banzeiro e vê um porção de particula de H2o.
O Quântico está entre a onda e a particula, mais A complexidade dessa especulação se desfaz com o nosso maracazeiro " o nativo lendário festeiro". ou seja,
O MARACÁ PARADO REPRESENTA A PARTICULA
O SOM QUE ELE PRODUZ É A ONDA
O QUÂNTICO É O MARACAZEIRO; O MOVIMENTADOR.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O nome Maracá está associado a um instrumento musical, utilizado em rituais indígenas, portanto, esse texto abordando as SONORIDADES DO MAPIGUARISMO para que você tenha uma ideia de até onde pode ir os complementos de um lendário autêntico, como é o caso da polêmica narrativa do Lendário SER MAPINGUARY.

Observe que o titulo do texto apresentado para ilustração essa postagem tem o formato lembra uma onda; de um grito que vai num crescente. Essa é uma das característica que identifica um lendologo verdadeiro, pois em suas composições lendárias narrativas buscam envolver tudo que esteja ligado ao objeto de sua personificação, visando solidifica-lo, e assim, abrindo espaço para eterniza-lo brilhante, incomparável.

O texto que ilustra essa postagem é entregue aos caminhantes em um determinado trecho do caminho sagrado. Mas antes de lerem os caminhantes recebem o aviso de que, ninguém é obrigado a ler um lendários, isso fica a critério de cada um. Este aviso continua valendo também aqui.
Obs. Para que os que vão ler; esta é uma cópia de parte dos textos restaurados que compõem o grande Rio dos Brancos Lendários. Existem outras cópias contendo mais elementos envolvendo o tema. Este segue é apenas um deles. Mais antes é bom deixar registrada uma observação bem Mapinguarista, que diz o seguinte:
"A mundança de estrutura ou troca de uma semente no interior do Maracá é o suficiente para mudar todas estruturas existentes no cosmo. "



O
DO
GRITO


Para os Lendologos das personificações mapinguarianas, O grito do Mapinguari na grota do espelho d’gua, é simbolicamente, a reação característica da consciência do nativo que desperta para realidade meio ambiental cultural distorcida em que vive.
Esse local onde é dado o primeiro grito do ser mapinguari, ganha diferentes contornos e detalhes ambientais, que traduz o momento lendológico escolhido para ser vivenciado pelo LENDOLOGO.
Um dos argumentos lendário que expõem detalhamentos desse ambiente, tem a seguinte narrativa:

Na grota úmida do espelho d’gua, reina o silencio natural. Ai os anciões usam como meio de comunicação, pequenos gestos vibrantes simbólicos significativos, algo que pode ser definido como; gestual telepático, extra-sensorial e etc."
A sonoridade lingüística vocal, raramente foi usada nesse ambiente, isso devido a hipersensibilidade de todo contexto cósmico espacial atemporal Lendológico em que ela esta inserida.
É muito comum nas narrativas, principalmente dentro do movimento Lendacreano, que no inicio do “novo século” passou a orienta-se pelos seres lendários da era das águas, a citação desta localidade lendológica nativa florestal, que é uma das localidades bastante pesquisadas e estudada com os zelos dos princípios que orientam, principalmente os personificadores mapinguarianos. Interferir na harmonia do lugar, significa interferir de alguma forma na harmonia cultural dos aldeados, e conseqüentemente na rotina da comunidade.”

Outro trecho que traduz o ponto de vista testemunhal imemorial do significativo grito do ser mapinguari tem a seguinte narrativa:

“...O grito do jovem líder no espelho d’gua, provocou um imenso clarão, que aos pouco foi se desfazendo em pontos brilhantes, que seguiram em todas as direções celestes da grota. Em seguida, veio a escuridão, e com ela, um frio que congelou tudo que foi alcançados pelo vibrações do grito do jovem líder. Escaparam desse grande congelamento primordial mapinguariano, apenas alguns jovens anciões lendários que se encontravam mergulhado nas límpidas águas mornas do espaço sagrado, e que exercitavam as contemplativas personificações aquáticas lendárias, de suas estruturações ancestrais orientadora, dos sábios herdados tribais preservados. Alguns desses seres estavam com metade do corpo fora das águas mornas, outros mergulharam rapidamente mais a parte inferior de seus corpos foram atingidas pelas vibrações. E em meio a tudo isso, alguns jovens anciões ainda conseguiram salva a tempo, seus pequenos olhos d’gua das gotículas líquidas cristalinas da fabulosa jóia nativa do lendário reino das águas. ...As penúltimas gotículas ficaram congeladas na parte superior da grota, e ali espera descongelamento, para novamente por em ação o rio de água viva, por onde trafegam os conhecimentos e os saberes lendologicos de todas as tribos; de todas as eras...”

A baixo uma das observações feita pelo compositor da narrativa lendária acima :

“ É graças a gotícula salva pelo seres lendários no estágios aquáticos, que as narrativas lendológicas voltaram a serem retomada nos precisos instantes de suas manifestações sagradas eternas, seqüenciadas, tornando possível o retorno da exposição do imaginantismo libertário, na sua forma lógica e compreensível dentro do contexto psico-racionalista.”


Os personificadores mapinguaristas mais radicais, afirmam que o grito do ser mapinguari nativo florestal, é o que veio a ser traduzido como “verbo” iniciador primordial das bio-formalidades genéticas, minerais vibratômicas perceptíveis e imperceptíveis bio-visuais.
Outros o traduzem, como o instante em que o ser imaginante se egocentralizou; tomou consciência de seu poder de reagir as influencias do universo externo a qual vivencia e interage bio-formalmente.



No silêncio nos igualamos de alguma forma”. A explosão de luz que fragmentou-se em pontos brilhantes dentro da grota, trazendo em seguida a escuridão, é um argumento bastante utilizado pelos mapinguaristas, para as defesas das origens ligadas ao mapinguarismo.”

O silêncio presente na narrativa, para alguns lendologos, representa simbolicamente os seres da aldeia em estado contemplativo interno de aprendizado e comunicação; um estágio aperiódico em que utilizam-se ações gestuais e musicais como meio de comunicação interativa tribal.

Nesse ponto, a chegada da escuridão também pode ser traduzida como arrependimento, reconhecimento da ignorância, que faz parte do percurso, e da rotina da aldeia. E que está presente na entrelinhas da narrativa do fragmento lendário O SER MAPINGUARY, no intervalo em que se dá os exercícios interativo do jovem líder com os aventureiros, o que cria um novo universo de interpretação; o acordando para algo novo, dentro das possibilidades reais de forma e interpretações do que vivenciamos, algo que é característico nas variações do mapinguarismo. Que não é nem passado, e nem presente e pode ser ou não o futuro. Entrado no plano do fantástico, maravilhoso, extraordinário e etc.

O silencio e a escuridão tem aspectos manifestativos semelhantes. Na escuridão todas as coisas são iguais. No silencio da verbalização da oralidade, olhando de um certo ponto de vista analógico, também podemos afirma que somos todos iguais quando num mesmo ambiente contextual. Somos apenas seres humano, quando silenciamos nossas psico-realidades interiores.”

Dizem eles:

- Quando reagimos ou expomos verbalmente o que pensamos, nos diferenciamos dos outros; expomos nossos contornos intelectuais individuais; nos destacamos como individualidade; nos particularizamos; tornamos visíveis os nossos contrastes sentimentais emotivadores. Assim como a luz ao invadir a escuridão, revela detalhes e formas que ainda não eram bio-visualmente perceptíveis. Temos o nosso momento de Deus.

- É na oratória, que os nossos aspectos singulares complementares de caráter e personalidade, condicionados historicamente, se destacam comunitariamente.
O som, assim como a luz que invade a escuridão da grota úmida, acentua pormenores do que existe no local; detalhamentos que só assim podem serem identificados. Que é essência do manifestante lendológico.

E isso vem arrazoar a existência de uma outra máxima mapinguarista que diz:

“A palavra (o som, o verbo) é a luz do silêncio.” Ou “O silêncio é o contexto cósmico passivo que dá a possibilidade da palavra existir, e vice e versa.”

Dizem os mapinguaristas:

“ao vibrar-mos, nos tornamos perceptíveis ao externo; nos fazemos luz ao exterior.”







Também existem dentro do mapinguarismo algumas decodificações significativas quanto a nomenclatura MAPINGUARI que merecem um destaque especial, normalmente essas decodificações seguem um padrão de associações de significados, aparentemente isolados que vão se complementando analogicamente, vejamos uma delas, que tem um acentuado tom Sementista :

“A letra ‘M’, que a primeira letra da nomenclatura Mapinguari, simbolizar a onda no universo esotérico; o vibracional manifesto gráfico simbolicamente representado; o vibrante que torna-se palpável; que é contactável e ao mesmo tempo imperceptível bio-visualmente. O que o assemelha em características, aos Seres Mito Lendários Nativo Florestal Acreano, que estruturam a do percepção Lendologica, tais como: Mãe das Água, Bôto, Mapinguary e etc. Sem a vibração verbal, o ser mito lendário é algo latente, vibrante; onírico, mas comprovadamente uma um ser sólido, com uma essência estrutural, culturalmente resistente.
Com a verbalização da nomenclatura Mapinguari, condensamos a principio o intuitivo ancestral formal compressivo, que é representado simbolicamente na letra “M”. É assim que o ser lendário se manifesta; que transita e sobrevive personificado nas narrativas do nosso meio nativo rural e urbano. É através da vibração do boca a boca; dos contadores de histórias de nossa região.
É através desta atividade sonora vocal cultural nativa florestal que ele ganha vida. E dentro do contexto Lendologico, “ganhar vida”, esta associada ao ser liquido, Água.
A nomeclatura Água, tem no seu inicio a letra ‘A’ que é a primeira representação geométrica simbólica do alfabeto, o alfabeto é uma associação de variados pequenos símbolos geométricos , com os quais traduzimos as sonoridades verbais graficamente. A letra ‘A’ é o que vem possibilitar a origem da primeira silaba do nome ‘MA’PINGUARI.
E como dizem os mapinguaristas; A Água, no seu aspecto visível transparente color e incolor, é considerada uma parente muito próxima da vibração etérea e onírica formal que estrutura os seres lendários; que o condensa vibrantemente; que o faz vida onírica imortalizada; sobrevivente atemporal; extra-sensorial; o que o traz a luz da consciência do ser imaginante criativo e ilimitado que todos nos somos. O ‘A’ também é tido como o primeiro degrau da torre das sustentações fonéticas lingüísticas humanas diversificadas. Como você pode constatar, no formato da primeira letra do alfabeto “A”, podemos perceber o primeiro degrau de uma escada seguindo em direção ao infinito. Bem como também, um triângulo suspenso por duas colunas.
A palavra Arte, que esta associada a nossa capacidade criativa, tem a letra “A” como a sua principiadora.

(somos imaginantes, e não racionalizantes)

A letra ‘m’ minúscula é tida pelos sábios das antigas civilizações, como símbolo das ondulações na superfície da água, e que até hoje é usada como representação simbólica oficial do signo do zodíaco AQUÁRIO. E Isso dá ao ser MAPINGUARI, status de grande ser lendário da nova era das águas da floresta; De uma das grandes vedetes da linguagem cósmica dialética lendária nativa florestal estruturada lendologicamente para está função.
O “M.A.” que compõe a primeira silaba da palavra Mapinguary, nesse contexto lendário da nova era, é traduzido como as letras iniciais de “Milênio das Águas” ; “Movimento das Águas” ; “ Milênio de Áquario” e etc.
A letra ‘M’ dentro do lendarismo, simboliza a onda; a vibração que torna possível a percepção de algo inalcançável bio-visualmente. O ser Mapinguari depende da verbalização, da sonoridade oral para se fazer perceptível. O que dá ao seu compositor narrativo lendário o aspecto de deus onipotente manifesto, o criando com a oralidade e narrativamente o acompanhado.
A letra “P” de PINGUARY, representa o “P” de PERCEPÇÃO; de consciência de algo; a ‘P’ercepção, disto na prática; o ‘p’rincipio ; o PONTO iniciador, o pingo d’gua.

“Como dizem os IARAISTAS: Um Igarapé; um rio; um dilúvio, começa com um pingo d’gua.”

E seguindo esta extensão decodificativa, temos então o PINGO seguindo da palavra ARY, que tem origem hebraica, e é o mesmo que leão, ou o rei das selvas, o que faz com que dentro desta abordagem lendologica, seja traduzido como o pingo d’gua que deu inicio a era das águas florestana, “o pingo d’gua rei das selvas.”
Um PINGO D’GUA é o símbolo oficial da LENDOLOGIA. Esse pingo é uma das muitas chaves de acesso e introdução ao pensamento nativo florestal dialético compreensivo universal lendologico. (...)
A letra “i” também esta ligada a ‘i’ara, a mãe das águas; aquela que tornou possível a vida em nosso planeta, ao gera o ser Água. Mas também pode ser escrito com “Y”, e ai serve para liga-la como um sinal de demarcação de uma grande variedade de festa dedicada as águas dentro da região amazônica. Como é o caso da LENDA POP FESTA, que será exposta no próximo ensaio de LENDOLOGIA.
O restante da nomenclatura tem uma grande diversidade de traduções simbólicas lendárias que vão sendo exposto em momentos específicos dos Mapiguarianos. Tais como os famosos acrósticos. Que num momento oportuno serão expostos. E que dão conta de uma outra realidade embutida, nas variadas forma de escrever a palavra MAPINGUARY, MAPINGOARY, MAPINGUARI E ETC. Todas elas com suas razões de ser.