Português
"O lendologismo no seu aspecto mais puro, não vem confrontar os ideólogos tribais harmônicos ou conflitantes. E nem por abaixo os nobres preceitos sociais ou anti-sociais, pois tem os seus próprios com os quais se ocupa."
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Grego
"Η lendologismo στην πιο καθαρή, δεν αντιμετωπίσουν τις αρμονικές ιδεολόγοι φυλετικές ή αντικρουόμενες. Παρακάτω και δεν τα διδάγματα από την ευγενή κοινωνική ή αντι-κοινωνική, διότι από τη δική του με την οποία κατέχει."
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Espanhol
"El lendologismo en su más pura, no frente a los ideólogos tribales o armónicos en conflicto. A continuación, y no por los nobles preceptos sociales o anti-social, a causa de su propia con la que se ocupa".
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Italiano
"Il lendologismo nella sua più pura, non confrontarsi con gli ideologi tribali armoniche o in conflitto. Sottostante e non dalla nobile precetti sociali o anti-sociali, a causa della sua stessa con la quale si occupa".
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Inglês
"The lendologismo in its most pure, does not confront the ideologues tribal harmonics or conflicting. Below And not by the noble precepts social or anti-social, because of his own with which it occupies."
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Francês
"Le lendologismo dans son plus pur, ne pas affronter les idéologues harmoniques tribales ou contradictoires. Ci-dessous et non par les nobles préceptes sociaux ou anti-sociaux, en raison de sa propre avec lequel il occupe".
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Alemão
"Die lendologismo in ihrer reinen, nicht konfrontieren die Ideologen Stammes Oberschwingungen oder widersprüchlich. Unten und nicht von der edlen Vorschriften sozialen oder anti-sozialen, wegen seiner eigenen, mit denen sie besetzt."
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Árabe
"lendologismo في معظم نقية ، لا مواجهة منظري التوافقيات القبلية أو متضاربة. أدناه ، وليس من جانب المفاهيم الاجتماعية النبيلة أو المعادي للمجتمع ، لأن من بلده التي تحتلها."
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Japonês
その最も純粋な、イデオロギーの信奉者部族の高調波や矛盾に直面していない" lendologismo 。 、下記の高貴な教訓や反社会的に占有しないことにより、彼は自身のための社会的。 "
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Chinês (tradicional)
“該lendologismo在其最純粹的,不對抗理論家部落諧波或衝突。以下,而不是由崇高的戒律社會或反社會的,因為他自己與它佔有。 ”
sexta-feira, 18 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
A JUSTIÇA ESTÁ TOMANDO BANHO!
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Quadro de CLENILSON BATISTA
É considerada uma obra prima das artes plásticas lendacreana, resume no seu todo, um ponto vista que deixa pouco espaço para questionamentos e muito para reflexão intelectual. Os símbolos e os significados que a compõem, dão a ela atemporalidade, onde presente, passado e futuro são alcançados no instante em que a observamos. Muito embora explicar uma obra de arte faça com que ela perca um pouco da sua beleza sensível, pois lhe enclausura dentro dos limites do racionalismo, e assim, portanto, não deixa o individuo que interage com ela experimentar a transcendência da busca de significados próprios que estejam dentro do alcance de sua capacidade de associações de idéias e decodificação imaginantes particulares, vou extrair racionalmente algumas coisas explícitas presentes nela, vejamos, por exemplo, como esse aspecto de atemporalidade pode ser traduzido em palavras a parti da análise dos elementos que a compõem:
1) Estão expostos ai, as indumentárias que compõe o figurino simbólico da justiça, A toga, a venda, a balança, as sandálias, que estão expostas à beira de um córrego. E pela forma como as peças estão colocadas em cena, a primeira vista nos sugere que alguém as deixou ali antes de entrar na água para se banhar.
E como o presente se manifesta ai? Na nossa certeza, de que nesse instante a justiça dos homens está ausente em algum acontecimento cotidiano, em algum ponto do nosso país, em algum lugar no planeta tem um ato injusto acontecendo; sendo praticado.
2)Está no passado, porque de alguma forma os atos injustos cometidos por alguém ou por nos mesmo, ou pelas das nossas instituições, testemunhado por nos, continuam presente em nossa memória. Ou seja, a ausência da justiça nesses momentos está justificada no quadro.
3)E podemos dizer que o quadro está no futuro, quando vemos nele concretização de um sonho, o do instante em que o ser humano se humaniza e a justiça chega a plenitude de suas funções através do individuo, gerando um corpo ético social interativo gerando um estado harmônico convivencial comunitário, onde não temos mais a necessidade da personificação desta entidade, e por isso ela pode até sair por ai e até tomar uns banhozinhos sem causar nem um transtorno ao individuo ou a coletividade.
No quadro, também podemos ver que o percurso percorrido pela justiça é uma estradinha com algumas curvas; é um caminho torto, de cor branca, e que não tem registro de pegadas. O que abre espaço para outro leque de reflexões intelectuais bastante interessantes.
Outra coisa, é que também podemos ter a impressão de que a água cruzou e inundou o caminho da justiça, e a justiça se despiu para atravessa as águas. A idéia de atravessar as Águas ou mergulhar nas águas está ligada a idéia de renascimento; de batismo e etc. E partindo do ponto de vista que o observador da cena está dentro da água, entram cena os argumentos lendológicos de tendência Botoista-Uiarista, que ai podem ser traduzidos como a justiça na era das águas ou era de aquário. Dentro dos profetismos terrestre essa era teve inicio com a chegada do terceiro milênio, o período da troca de costumes, de valores sociais culturais provocando a revolução da raça humana em todos os níveis. Ai então o observador pode ser visto como um ser dessa nova era; da era das águas.
A água onde está o observador, é uma água que dá pra se banhar. E que assim portanto, dá pra se deduzir que é uma água sem poluição, água limpa, água viva.
A cena tem uma testemunha? Quem é?
Pode ser a própria justiça. Não em carne e osso, mas em espírito, pois não existe um banzeiro na água denuciando um mergulho no momento em que a cena está registrada. O que pode soar como a justiça tomando consciência de suas ações, e ao mesmo tempo mantendo a sua postura imparcial e exercendo sua função de julgadora e julgando a si mesma.
Bem como também pode ser o individuo que desperta para a realidade onde o real e irreal se confundem, onde a arte passa ser uma forma de linguagem mais elevada, onde o individuo alcança um estágio de consciência que deixa de ser apenas um observador passivo, passando a ser parte do quadro.
Na beira da água, podemos ver a venda e as sandálias da justiça do lado direito de quem observa, ou seja, o lado racional, o que pode ser traduzi como sendo a nossa própria racionalidade humana nos fazendo vê a justiça como ela realmente é. Do lado do racional humano está a venda que cobre os olhos da justiça; que é o que supostamente a impede de ver as coisas e julga-las pela aparência, e pelo espírito da verdadeira verdade.
O vestido e a balança, que mais parece um sutiãn dependurado, estão mais a direita do quadro, sobre o galho da árvore. O lado direito, é o lado da imaginação, e o vestido estendido no galho pode ser traduzido como se fosse um fruto, que tem origem na capacidade humana de imaginar, e que está presente na concepção do artista que lhe deu forma. Uma consciência que revela quão ilusória é personalidade justiceira tal como ela se apresenta, e que ao mesmo tempo está na consciência de que tudo ali não passa de tintas misturadas sobre uma tela. Não podemos negar que ela tem uma utilidade dentro de um corpo pragmático social especifico no qual essa justiça se manifestou. Mesmo que ela esteja numa atitude digna de recriminação, não podemos negar que essa indumentária tem um papel de destaque dentro do teatro social em que ela se manifesta nesse contexto podemos dizer que ela deu pra quebra um galho. E isso está representado no quadro, quando vemos o galho quebrado pelo peso de sua roupa e da balança. O galho quebrado nos leva a refletir também sobre certa falta de cuidado que a justiça teve com o meio ambiente com qual interagi, o novamente nos remetendo a outra série de reflexões importantes entorno da sua existência.
O estalo do galho quebrando é possivelmente o denunciante dentro deste contexto sensível do imaginante libertário florestano lendológico. É como se a própria natureza estivesse fazendo denúncia. Ou o estalo artístico; a inspiração do próprio artista que o concebeu.
O quadro também pode ter o titulo: "DEUS ESTÁ NA TERRA", isso dar a ele um tom mais teológico, sugerindo que o próprio quadro é uma revelação divina; algo que pode ser associado a idéia de juízo final; que Deus chegando na terra, a justiça dos homens tem que se acovardar e fugiu, e deixa para trás o seu figurino e levando com ela a espada, que não está presente no quadro.
"Quem com ferro feri, com ferro será ferido."
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Table of CLENILSON BATISTA
It is considered a masterpiece of art plastics lendacreana, summarizes the whole, a view that leaves little room for questions and a lot to intellectual reflection. The symbols and meanings that compose, give it timeless, where present, past and future are made at the moment when the note. While explaining a work of art to make it lose a little of its genuine beauty, because you enclose within the limits of rationalism, and so therefore not leave the individual who interacts with her experience the transcendence of the search for meanings that are themselves within the scope of its capacity of associations of ideas and decoding imaginantes particular, I draw some things rationally explicit present in it, see for example, as this aspect of timeless can be translated into words from the analysis of the elements that compose:
1) They are exposed there, the indumentárias that make up the lines of symbolic justice, the robe, sale, balance, the sandals, which are exposed to the brink of a stream. And by the way the pieces are placed on the stage, the first sight suggests that someone in the left there before entering the water to bathe.
And how this manifests itself there? In our certainty, that this time the justice of man is absent in some routine event, somewhere in our country, somewhere on the planet has an unfair act happening; being practiced.
2) You are in the past, because in some way unjust acts committed by someone else or by ourselves, or by of our institutions, witnessed by us, are still present in our memory. That is, the absence of justice in these moments is justified in the table.
3) We can say that the framework is in the future when we see him realization of a dream, the moment when the human being humanizes and justice reaches fullness of his duties through the individual, creating an ethical body interactive Social generating a harmonic convivencial state level, where we have no need for the embodiment of this entity, and therefore it may even go up there and take some banhozinhos without cause or an individual or inconvenience to the community.
In the table, we can also see that the route traveled by justice is a estradinha with some curve, is a crooked path, from white, and that has no record of footprints. What makes room for another range of intellectual ideas very interesting.
Another thing is that we can also have the impression that the water flooded and crossed the path of justice, and justice to undress to cross the waters. The idea of crossing the water or dive in the waters is on the idea of rebirth, of baptism and so on. And from the point of view that the observer of the scene is in the water, entering the scene of arguments lendológicos trend Botoista-Uiarista, that there can be translated as justice in the age of the water or was aquarium. In this land of the prophets was began with the arrival of the third millennium, the period of the exchange of customs, social values caused the cultural revolution of the human race at all levels. Ai then the observer can be seen as being such a new era, the era of water.
The water is where the observer, is a water bath is giving you. And so therefore, it is deduced that it is without a water pollution, clean water, living water.
But who is to witness this scene?
It may be the very justice. Not in the flesh but in spirit, because there is a banzeiro in water denuciando a dive at the time the scene is recorded. What may sound like taking justice consciousness of their actions, while maintaining its neutral posture and exercising its function of judges and judging yourself.
And can also be the individual who awakens to the reality where the real and unreal is confudem, where art becomes a higher form of language, where the individual reaches a stage of consciousness that it is no longer just a passive observer, passing to be part of the table.
At the edge of the water, we can see, sale and the sandals of justice on the right side of those who says, namely the rational side, which can be translated as our own human rationality in doing justice to see how she really is . Of beside the rational human is a sale that covers the eyes of justice, which is what supposedly prevents it from looking at things and judge them by appearance, and the true spirit of truth.
The dress and balance, which seems a sutiãn hanging, are more the right of the table on the branch of the tree. The right side is the side of the imagination, and dress in the extended branch can be translated as a result, which is rooted in the human capacity to imagine, and that is present in the design of the artist who gave it form. An awareness that shows how illusory is justiceira personality as it presents itself, and at the same time is in the consciousness of all that there is nothing more than ink mixed on a screen. We can not deny that it has a utility within a specific body pragmatic social justice in which that was manifested. Even if it is an attitude worthy of reproach, we can not deny that endumentária has a role of prominence within the social drama in which she expresses in this context we can say that she gave for breaking a branch. And that is represented in the table, when we see the branch broken by the weight of his clothes and balance. The broken branch leads us to think about a certain lack of care that justice had with the environment which interact with, back in referring to a series of other important considerations surrounding its existence.
The crack of the branch is possibly breaking the complainant within this context Sensitive Florestan's imaginante libertarian lendológico. It is as if nature were making complaint. Or the artistic flaw, the inspiration of the artist who designed the.
The table can also have the title: "GOD IS IN THE LAND ', so give him a more theological tone, suggesting that the framework itself is a divine revelation, something that can be associated with the idea of final verdict, that God coming on earth , The justice of men have to be craven and fled, and leaves its costumes and taking with her the sword, which is not present in the table.
"Who hurt with iron, with iron will be hurt."
sábado, 28 de junho de 2008
APRENDIZADO
Um grande mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
_ Qual é o gosto? perguntou o Mestre.
_ ¨"Ruim" disse o aprendiz .
O mestre sorriu, e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal, e levasse ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
_ Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
_ Qual é o gosto?
_ Bom! disse o rapaz.
_ Você sente gosto do sal , perguntou o Mestre?
_ Não, disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
_ A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor, depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas.
_ Deixe de ser um copo.....
_ Torne-se um lago....
AUTOR: SOPRO DIVINO
_ Qual é o gosto? perguntou o Mestre.
_ ¨"Ruim" disse o aprendiz .
O mestre sorriu, e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal, e levasse ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
_ Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
_ Qual é o gosto?
_ Bom! disse o rapaz.
_ Você sente gosto do sal , perguntou o Mestre?
_ Não, disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
_ A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor, depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas.
_ Deixe de ser um copo.....
_ Torne-se um lago....
AUTOR: SOPRO DIVINO
segunda-feira, 9 de junho de 2008
A PERCEPÇÃO DAS VIBRAÇÕES DA CORDA DO ARCO LENDÁRIO
"A grande corda do arco lendário planetário vibrou no momento previsto no oráculo imemorial dos nativos lendários florestanos, e continua vibrando além do espaço-tempo. É o sinal de que o grande movimento pacificador anti-conflitante planetário está em andamento. Mas para que isso acontecesse com a precisão estabelecida no oráculo, entrou em ação a organização individual-coletiva extra-sensoria imutável que somos, usando o poder de articular influências de interesses descartavel dentro da realidade lendária, para fazer com que elementos imaginantes humanizados que se encontram sonambulicos e dirigidos por psico-valores e ilusórios interesses, tomassem a iniciativa de concretizar essa sonoridade,ou seja, fazendo com que a grande corda lendária soasse para despertar os lendaristas do movimento que deu vida ao novo mundo teceiro milênico."
O trecho argumentário de sustentação lendológica exposto acima faz parte dos argumentários que os lendologos classificam como " proféticos concretícos". Ou seja, registro de um acontecimento num estágio de privisivel para uns, mas já concretizado e observado por outros. Que normalmente se dar dentro de um período terrestre definido extra espaço-tempo, mas ainda não percebido, ou como define alguns lendologos, são os proféticos improféticos, e para que entenda melhor essa questão, é bom saber que a corda a qual se refere o autor do fragmento argumentário narrativo acima, tem suas bases alicersadas nos escritos lendogeográficos nativo simbólico significativo regional. Mas especificamente naqueles que nos mostram o mapa do estado do Acre sendo visto, não como o reflexo da letra "B" dentro do verde oceânico vegetal amazônico(ver postagens sobre o lendogeografismo neste blog),Mas como o arco lendário dos Atlantas do continente perdido das águas doces florestais (Os nossos nativos seres Botos encantados). Neste contexto a corda do arco está representada pela linha demarcatória que estabelece a fronteira territórial entre o estado do Acre com o Amazonas. E as vibrações as quais nos referimos, são captadas quando olhamos os deslocamentos desta demarcação divisória territorial, sem as amarra do condicionamento cientificista que produz a sensação de tempo. É ai que podemos ver o seu movimento vibrante acontecendo a todo instante, e ele se dá exatamente no instante em que você capta o registro de onde essa linha estava, e onde ela passou a estar depois deste deslocamento geográfico, ou seja, o seu antes e o depois dentro de um mesmo instante. Vibrações que estão nos registros históricos e continuam sendo produzidos pelas discursões advindas de fatores humanos nos interesses antagonicos, que envolve as duas tribos no inicio do novo século, que é quando se dá esse acontecimento, mais precisamente é quando os amazonenses exige que linha demarcatória volte para a posição em que estava antes e os acrenistas sustentam que ela fique na nova posição estabelecida por decreto. Seja lá como for, essa discursão pouco interessa aos lendologos lendacrenistas. Eles costumam Dizer:
"Tudo é como é pra ser, mesmo que não seja sempre será."
"A corda do grande arco vibrou confirmando a chegado do novo tempo, e o mundo inteiro pode vê-la vibrando, no inicio do terceiro milênio"
Sem duvida, essa afirmação que a primeira vista tem um tom atempório já está fundamentada no universo intelectual brasileiro quando ele testemunha e notifica este acontecimento atraves dos veiculos de comunicação de massa para toda o Acre e região norte através da TV Acre, TV gazeta e etc. nos telejornais que foram ao ar no dia 15 de agosto de 2005, e que foi passada ao resto do mundo através das teletransmissões via satélite da Amazon Sat. Onde todos poderam ver esse movimento desta linha demarcatória territorial. ou corda do grande Arco Lendário como queiram.
Existem muitos relatos através da história da humanidade, onde encontramos referencia ao Arco Lendário, no livro de apocalipse no capitulo 6 vers. 2 encontramos o seguinte:
"E eis um Cavalo Branco; e o que estava sentado nele tinha um Arco; e foi lhe dada uma Coroa, ele saiu vencendo e para completar a sua vitória."
"A intensidade que se deu com a multiplicação dos sons dentro do espaço simbólico, fez com gerassem as formas condensadas vibrantes palpaveis de durações variaveis na superfice esférica externa que circunda o espelho d'gua."
"Nada sobrevive a influência do arco. Alguns traduzem esse arco como a meia parte iluminada do planeta que é definida como dias e a outra parte escura conhecidas como noites."
Para alguns lendologo, o arco tem sua origem nas guereiras amazonas, e foi inspirado nas fases lunares, numa época em que existia duas realidades, onde as mulheres eram seres da noite e os homens seres do dia.
O trecho argumentário de sustentação lendológica exposto acima faz parte dos argumentários que os lendologos classificam como " proféticos concretícos". Ou seja, registro de um acontecimento num estágio de privisivel para uns, mas já concretizado e observado por outros. Que normalmente se dar dentro de um período terrestre definido extra espaço-tempo, mas ainda não percebido, ou como define alguns lendologos, são os proféticos improféticos, e para que entenda melhor essa questão, é bom saber que a corda a qual se refere o autor do fragmento argumentário narrativo acima, tem suas bases alicersadas nos escritos lendogeográficos nativo simbólico significativo regional. Mas especificamente naqueles que nos mostram o mapa do estado do Acre sendo visto, não como o reflexo da letra "B" dentro do verde oceânico vegetal amazônico(ver postagens sobre o lendogeografismo neste blog),Mas como o arco lendário dos Atlantas do continente perdido das águas doces florestais (Os nossos nativos seres Botos encantados). Neste contexto a corda do arco está representada pela linha demarcatória que estabelece a fronteira territórial entre o estado do Acre com o Amazonas. E as vibrações as quais nos referimos, são captadas quando olhamos os deslocamentos desta demarcação divisória territorial, sem as amarra do condicionamento cientificista que produz a sensação de tempo. É ai que podemos ver o seu movimento vibrante acontecendo a todo instante, e ele se dá exatamente no instante em que você capta o registro de onde essa linha estava, e onde ela passou a estar depois deste deslocamento geográfico, ou seja, o seu antes e o depois dentro de um mesmo instante. Vibrações que estão nos registros históricos e continuam sendo produzidos pelas discursões advindas de fatores humanos nos interesses antagonicos, que envolve as duas tribos no inicio do novo século, que é quando se dá esse acontecimento, mais precisamente é quando os amazonenses exige que linha demarcatória volte para a posição em que estava antes e os acrenistas sustentam que ela fique na nova posição estabelecida por decreto. Seja lá como for, essa discursão pouco interessa aos lendologos lendacrenistas. Eles costumam Dizer:
"Tudo é como é pra ser, mesmo que não seja sempre será."
"A corda do grande arco vibrou confirmando a chegado do novo tempo, e o mundo inteiro pode vê-la vibrando, no inicio do terceiro milênio"
Sem duvida, essa afirmação que a primeira vista tem um tom atempório já está fundamentada no universo intelectual brasileiro quando ele testemunha e notifica este acontecimento atraves dos veiculos de comunicação de massa para toda o Acre e região norte através da TV Acre, TV gazeta e etc. nos telejornais que foram ao ar no dia 15 de agosto de 2005, e que foi passada ao resto do mundo através das teletransmissões via satélite da Amazon Sat. Onde todos poderam ver esse movimento desta linha demarcatória territorial. ou corda do grande Arco Lendário como queiram.
Existem muitos relatos através da história da humanidade, onde encontramos referencia ao Arco Lendário, no livro de apocalipse no capitulo 6 vers. 2 encontramos o seguinte:
"E eis um Cavalo Branco; e o que estava sentado nele tinha um Arco; e foi lhe dada uma Coroa, ele saiu vencendo e para completar a sua vitória."
"A intensidade que se deu com a multiplicação dos sons dentro do espaço simbólico, fez com gerassem as formas condensadas vibrantes palpaveis de durações variaveis na superfice esférica externa que circunda o espelho d'gua."
"Nada sobrevive a influência do arco. Alguns traduzem esse arco como a meia parte iluminada do planeta que é definida como dias e a outra parte escura conhecidas como noites."
Para alguns lendologo, o arco tem sua origem nas guereiras amazonas, e foi inspirado nas fases lunares, numa época em que existia duas realidades, onde as mulheres eram seres da noite e os homens seres do dia.
sábado, 31 de maio de 2008
NADANDO NAS VIBRAÇÕES SONORAS DA CORDA DO ARCO LENDÁRIO
sexta-feira, 23 de maio de 2008
O SOM DA CORDA DO ARCO LENDÁRIO
"- Todo ser é um onipotente criador.
- Um Deus presente, quando volta ao seu estágio cósmico primordial imaginante livre.
- Imaginar, é a preciosa herança imemorial; é a influencia maternal cósmica que absorvemos e assim nos tornamos viventes criaturas e criadores."
"Cada um recebe um arco com a corda da lendária harpa dos fios do reino das águas. Essa corda ao ser tocada atrai e condensa as harmonias do universo cósmico paralelo, passando a estruturar o seu ser toda a realidade palpavel que dele se externiza e está em harmonia com ele, e com ela ele interagi, se movimenta livremente. Somos Músicos divinos, tocando as harpas de Deus e dando vida a essa emensuravel sinfonia que chamamos de criaturas "
Os fragmentos acima expostos estão ligados as narrativas do arco lendário, e relacionados de alguma forma com os personificadores do Maracazeiro " O Lendário Nativo Festeiro".
Os que tem intimidade com os ensaios lendológicos, com certeza lembram da narrativa onde o jovem lider dos encantados ao ver os aventureiros lançarem por terra as bases da teoria em que ele se apoiou para organizar as tonalidades sonoras em simbólos, que vieram dar origem as partituras musicais, voltou ao espelho d'água, e lá, durante a rito da pulverização das águas, teve a revelação do arco lendário, e obedecendo os impulso de sua intuição lendária, reproduziu um arco similar, usando para isso um pedaço de galho e corda feita de cipó, e para verificar se a corda estava firme, puxou-a e soltou, produzindo assim uma sonoridade, a parti voltou novamente a desenvolver o que já tinha organizado.
Antes de nos aprofundar nessa questão, Vamos a uns relatos que se referem a este instante lendológico:
"... E ao puxar e soltar a corda dentro do espelho d'gua, a sonoridade produzida pela corda ressuou dentro do ambiente esférico liquido do grande espelho, O som tocou toda extensão esférica interna do espelho e voltou novamente alcançar a corda do arco, a corda voltou a vibrar gerando um novo som, e agora eram duas sonoridades com a mesma tonalidade evoluindo dentro do ambiente sagrado, e juntas elas tocaram novamente a extensão esférica interna do espelho, e voltaram em direção a corda."
Temos vários desfeichos complementares para a narrativa acima exposta. Um deles é o seguinte:
"o som ficou indo e vindo, e assim foi se multiplicando, até chegar no ponto em que a corda não aguentando mais a pressão, se partiu numa infinidade de fragmentos vibrantes."
Temos outros que dizem o seguinte:
"o jovem lider percebendo a incapacidade de prever o que poderia resultar dessa multiplicação sonora, estendeu o braço e segurou a corda."
" O jovem lider foi arrebatado por uma sonoridades que se encaixou perfeitamente ao seus contornos vibrantes bio-formal humanóide. E vibrando viu se estruturar toda uma realidade vibrante entorno de si, com a qual podia interagir em perfeita harmonia."
Esta ultima está ligada aos fundamentos do Maracaismo, e normalmente é usada como base de sustentação dos argumentários que poem os maracazeiros na posição de fonte geradora de todas formas vibrantes palpaveis existentes na orbe planetária, bem como de todos os planetas, e para isso se apoiam em argumento que demonstram que todas as estruturas esféricas planetárias são sonoridades que ficaram suspensas no ar quando o jovem lider segurou a corda do primeiro Arco Lendário. E para dá razão que a origem do todo vibrante bio-visual perceptivel usam narrativas em que o jovem lider na sua caminhada de volta para a aldeia vai construindo arcos de todos os tamanhos, e os entregando a tudo e a todos que encontra em seu caminho.
- Um Deus presente, quando volta ao seu estágio cósmico primordial imaginante livre.
- Imaginar, é a preciosa herança imemorial; é a influencia maternal cósmica que absorvemos e assim nos tornamos viventes criaturas e criadores."
"Cada um recebe um arco com a corda da lendária harpa dos fios do reino das águas. Essa corda ao ser tocada atrai e condensa as harmonias do universo cósmico paralelo, passando a estruturar o seu ser toda a realidade palpavel que dele se externiza e está em harmonia com ele, e com ela ele interagi, se movimenta livremente. Somos Músicos divinos, tocando as harpas de Deus e dando vida a essa emensuravel sinfonia que chamamos de criaturas "
Os fragmentos acima expostos estão ligados as narrativas do arco lendário, e relacionados de alguma forma com os personificadores do Maracazeiro " O Lendário Nativo Festeiro".
Os que tem intimidade com os ensaios lendológicos, com certeza lembram da narrativa onde o jovem lider dos encantados ao ver os aventureiros lançarem por terra as bases da teoria em que ele se apoiou para organizar as tonalidades sonoras em simbólos, que vieram dar origem as partituras musicais, voltou ao espelho d'água, e lá, durante a rito da pulverização das águas, teve a revelação do arco lendário, e obedecendo os impulso de sua intuição lendária, reproduziu um arco similar, usando para isso um pedaço de galho e corda feita de cipó, e para verificar se a corda estava firme, puxou-a e soltou, produzindo assim uma sonoridade, a parti voltou novamente a desenvolver o que já tinha organizado.
Antes de nos aprofundar nessa questão, Vamos a uns relatos que se referem a este instante lendológico:
"... E ao puxar e soltar a corda dentro do espelho d'gua, a sonoridade produzida pela corda ressuou dentro do ambiente esférico liquido do grande espelho, O som tocou toda extensão esférica interna do espelho e voltou novamente alcançar a corda do arco, a corda voltou a vibrar gerando um novo som, e agora eram duas sonoridades com a mesma tonalidade evoluindo dentro do ambiente sagrado, e juntas elas tocaram novamente a extensão esférica interna do espelho, e voltaram em direção a corda."
Temos vários desfeichos complementares para a narrativa acima exposta. Um deles é o seguinte:
"o som ficou indo e vindo, e assim foi se multiplicando, até chegar no ponto em que a corda não aguentando mais a pressão, se partiu numa infinidade de fragmentos vibrantes."
Temos outros que dizem o seguinte:
"o jovem lider percebendo a incapacidade de prever o que poderia resultar dessa multiplicação sonora, estendeu o braço e segurou a corda."
" O jovem lider foi arrebatado por uma sonoridades que se encaixou perfeitamente ao seus contornos vibrantes bio-formal humanóide. E vibrando viu se estruturar toda uma realidade vibrante entorno de si, com a qual podia interagir em perfeita harmonia."
Esta ultima está ligada aos fundamentos do Maracaismo, e normalmente é usada como base de sustentação dos argumentários que poem os maracazeiros na posição de fonte geradora de todas formas vibrantes palpaveis existentes na orbe planetária, bem como de todos os planetas, e para isso se apoiam em argumento que demonstram que todas as estruturas esféricas planetárias são sonoridades que ficaram suspensas no ar quando o jovem lider segurou a corda do primeiro Arco Lendário. E para dá razão que a origem do todo vibrante bio-visual perceptivel usam narrativas em que o jovem lider na sua caminhada de volta para a aldeia vai construindo arcos de todos os tamanhos, e os entregando a tudo e a todos que encontra em seu caminho.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
O BOTO E O PODER DE ENCANTAMENTO
Constam nos anais imemoriais lendológico, acusações que colocam o ser Boto como o grande responsável pelos desvios, equívocos e distorções no irretocável caminho da nossa linguagem cósmica primordial, bem como também é acusado de responsável por todas as ações interativas sociais geradas por essas desvirtuações.
Os que fundamentam tais argumentos, normalmente se apoiam na grande virtude que tem o nosso querido ser lendário popular. Ou seja, na virtude de naturalmente encantar os que se aproximam dele. Os que defendem esses argumentos costumam dizer que somos vitima dos seus excessos de criatividades; das ações do seu ininterrupto imaginar criante; da sua cativante personalidade poética festiva que atrai adultos e crianças, que é fruto do seu poder de encantamento.
Os que sustentam isso, costumam argumentar que "Ele faz o angu para os outros comerem"; e que por isso é um grande irresponsável, por conta desse seu incomparável e irresistível poder criativo. Afirmando, que ele utiliza o dom de criador para fugir das realidades encantadoras que vai criando. Por isso é imune às influências dessas realidades e não sofrendo as mesmas consequências que sofrem os que são encantados por elas.
Se nos aprofundar um pouco mais, veremos que esses argumentos são precipitados, pois não levam em conta que ele é um ser naturalmente criativo; encantador por natureza, já nasceu assim. Portanto o encantar é inerente a ele.
Ele sabe naturalmente em qual realidade está por isso nunca se senti perdido em meios as suas criações, interage com elas sem se desviar de sua essência; convivendo harmoniosamente com as estruturas organizacionais sociais e meio ambientais totalmente opostas, utilizando-se do seu incomparável poder de auto adaptação que é proporcionado por seu imaginar revolucionário dentro de qualquer contexto em que se apresente. Alguns lendologos costumam afirma que:
" Os que se desviam do caminho primordial por influencia do poder de encantamento do Boto, voltam a trilhá-lo por intermédio e utilização desse mesmo poder; seguindo suas pegadas criativas, aprendendo com ele, adaptando-se a sua personalidade imprevisível aliada a surpreendente capacidade de criar incessantemente"
Isso muitas vezes fez com que associassem sua imagem essencial, com a imagem de grande vilão lendário ou de um ser iluminado criador, nessa segunda mostrando que ele sempre volta para resgatar os que se perderam no caminho seguindo suas pegadas, é ai que ele surgi como um salvador dos nativos; um farol que orienta os que se perderam.
É por essa característica marcante; é por esse poder que os personificadores de outras extensões aproveitam para acusa-lo pelas mazelas do mundo, muitas vezes os rebaixando a categoria de ser infantil irresponsável, de adolescente descompromissado inconsequente, de amante egocentrado que não vê nada além de si mesmo. Gerando equívocos que põem em duvida a personalidade desse nosso querido ser lendário. Não deixando vê que o ser Boto, não é encantado pelo simples prazer de encantar; de criar realidades ilusórias contatáveis sabendo que são irresistíveis e que consequentemente encantam todos aqueles que entrarem em contato com elas. Pois não encanta pelo simples prazer de encantar, de criar, ou por uma satisfação egocêntrica narcisista como alguns querem nos fazer acreditar. O ser Boto nasceu de um encantamento, portanto o encanto é sua origem, Já nasceu encantado. Não resta duvida que ele tem consciência desse poder, de sua capacidade de reverter e adapta-se a relações sociais diferenciadas, a outras culturas, com equilíbrio, sem traumas, sem conflitos psicológicos existenciais, de forma saudável, harmônica, feliz, festiva e etc. E são esses aspectos de liberdade aventureira o que mais se acentuam, e com os quais ele se identifica. Ele está sempre num eterno estado comemorativo. Como dizem os Botoista:
- "Se tem festa, o Boto está lá."
e é isso que faz com que seu aspecto humanoide seja apresentadas nos relatos de aventuras interdimensionais; como um adolescente festeiro, encantadoramente simpático, um poético conquistador de nativas ribeirinhas.
São esses atributos empáticos que fazem com que os ribeirinhos joguem sobre ele a culpa dos frutos de seus relacionamentos amorosos fortuitos. Com o passar do tempo essas invencionices foi turvando a imagem do Atlanta da era das águas doces.
A imagem do elegante e eloquente otimista foi dando espaço a figura do paquerador irresponsável.
do ser que invariavelmente muda o espírito do ambiente onde se apresenta; do ser que uma festa em pessoa; Que tem uma invejável capacidade de através da auto mutação sair do seu habitat aquífero (peixe) para o universo terrestre (humano) sem problemas, lidando sem problemas com essas duas realidades, tanto no plano meio ambiental externo, como no plano dos psico valoricos internos.
Com o tempo essas distorções fazem com que a imagem a imagem do lendário humano peixe ganhe a fama de Dom Juan das florestas.
O Boto encantado é o ser artístico em sua plenitude. É o ser que mais se aproxima e assemelha-se a fonte que lhe deu origem; ao seu criador em suas infinitas possibilidades. O humano peixe é um imaginante nato em constante atividade; um criador sem limites.
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